Indicação de leitura
Sugiro dar uma olhada no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) mais recente sobre Porfirias, publicado pelo Ministério da Saúde, em 01 de setembro de 2025. O documento traz uma visão geral sobre diagnóstico, acompanhamento e opções de tratamento, sendo uma boa referência para quem quer entender melhor o assunto.
Observação
No protocolo, aparece que o uso de hemina e givosirana ainda não é recomendado como primeira opção de tratamento. Isso vem de uma avaliação da CONITEC, realizada respectivamente nos anos de 2022 e 2021, que é o órgão responsável por decidir se novos medicamentos entram ou não no SUS.
Link: https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/protocolos/pcdt-porfirias
Muito bom!
É uma leitura um pouco extensa, mas são as diretrizes de atendimento da patologia porfiria, acredito que seja bom para complementação do conteúdo fornecido na plataforma...
Muito boa a indicação!
É uma leitura um pouco extensa, mas são as diretrizes de atendimento da patologia porfiria, acredito que seja bom para complementação do conteúdo fornecido na plataforma...
Obrigada por compartilhar.
obrigada pela indicação
Excelente indicação de leitura para quem deseja aprofundar o conhecimento sobre Porfiria no contexto do sistema público de saúde brasileiro. O PCDT publicado pelo Ministério da Saúde representa um avanço importante ao reunir orientações sobre diagnóstico, acompanhamento clínico e manejo terapêutico dessas doenças raras.
O documento também ajuda a compreender como funcionam os processos de incorporação de tecnologias no SUS e os critérios utilizados pela CONITEC na avaliação de medicamentos como hemina e givosirana.
É importante destacar que os pareceres desfavoráveis da CONITEC não significam proibição do uso dessas terapias, mas sim que elas não foram incorporadas como tratamento inicial padronizado no SUS naquele momento. A indicação continua dependendo de avaliação médica individualizada e do contexto clínico de cada paciente.
Materiais como esse são fundamentais para ampliar a compreensão sobre políticas públicas, acesso ao tratamento e os desafios enfrentados pelas pessoas que convivem com doenças raras no Brasil.