Uma paciente de 35 anos, moradora de Florianópolis, começou a apresentar bolhas dolorosas nas mãos e fragilidade intensa da pele após exposição solar. Inicialmente, os sintomas foram tratados como alergias e problemas dermatológicos comuns. Durante o período de investigação, ela chegou a engravidar sem saber da doença.
As lesões pioravam constantemente, principalmente em áreas expostas ao sol. Após exames laboratoriais específicos, foi diagnosticada com Porfiria Cutânea Tardia. O tratamento com flebotomias periódicas levou à remissão significativa das lesões cutâneas e melhora da qualidade de vida.
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